Este é um texto especial, não vou falar do brasileirão, do futebol europeu e muito menos da seleção brasileira. Vou falar de uma paixão minha, aonde conheci grandes amigos, grandes jogadores, e tenho grandes histórias. De onde vieram e onde estão muitos craques do futebol carioca, e até nacional. É o futebol de praia, majoritariamente da praia de Copacabana.
Só quem mora em copacabana, e nem precisa ser jogador, sabe o que é o sábado da princesinha do mar, todas as comunidades se unindo com a galera do asfalto pra fazer a tarde do futebol, campos em Copacabana até no Leme fervem com as rivalidades, o futebol de 11, que é o original na praia, retoma, pelo menos para o lazer, o lugar do Beach Soccer, que, infelizmente, é o único que tem um apoio financeiro maior.
Com a volta da associação ativamente, os clubes de grande tradição como Juventus, Bairro Peixoto, Dinamo, Racing, Paula Freitas, Força e Saúde, Liverpool, Balança, América do Lido, Prado Junior, Copacabana, Guaiba, Areia, Colorado do Leme, São Clemente, Embalo e Copaleme, voltaram a formar suas equipes de aspirantes e amadores e convocar suas torcidas e fazer lindas festas pelas areias.
Para aqueles que não tem noção da grandeza desse esporte, os clubes tem mais de 50 anos de histórias e glórias, e craques do beach soccer como Nenem, Benjamim, Jorginho e Junior Negão, e feras do futebol profissional como Junior, Rodrigo Souto, Felipe Adão, Thiago Sales, Fabio Bras e Kaique desfilam seu futebol pelas areias.
Infelizmente o futebol de 11 sofre com a falta de patrocinio, e isso tem várias razões. A mentalidade de alguns jogadores ímpares que levam problemas pessoais e extra-campos para dentro das partidas, brigas entre comunidades, ou entre comunidades e pessoal do asfalto, mancham com confusões generalizadas, pancadarias desorganizadas e pré-meditadas a brilhante história do futebol de areia. A falta de preparo dos juízes é um ponto muito forte no futebol de 11, não é preciso saber apenas a apitar, mas sim lidar com as pessoas de diferentes classes, tornando-as iguais dentro de campo. Juízes formosamente estúpidos e ignorantes, geram e apimentam as já existentes rivalidades entre os times e contra os juízes, vistos como inimigos, e não como parte do jogo.
Entretanto, mesmo com todos os contras, pelo menos pra mim, é altamente prazeroso jogar o futebol de praia, uma vez que grandes amigos que foram feitos nas escolinhas de futebol quando criança são adversários e companheiros de times, e a resenha é sempre forte quando há encontro entre esses jogadores e times. Deixo um abraço especial pra galera do Bairro Peixoto, Pedrinho, Bento, Valentim, Chicão, Ceni e todos os outros, além de um pros adversários, mas nem por isso, menos amigos, Lucas e Matheus, Luciano, Bryan, Camelo e todos os outros que faziam dos tempos de Energia, Geração, Craques da Areia e Liverpool tempos inesqueciveis.

Perfeito!!!!
ResponderExcluirjogo futebol mai atualmente estou sem clube
ResponderExcluirgostaria de umaa oportunidade no futebol.